Memórias da América do Sul

Se bem que não ande regularmente na baixa de Lisboa há muitos anos, a verdade é que trabalho desde o inicio do ano de 2004 na Avenida Gago Coutinho, uma das tradicionais criadoras defilas de transito em hora de ponta Lisboeta.

No entanto estranhei o fedor de vários engarrafamentos, que tive de suportar como pedestre, em Buenos Aires. Confesso que a diferença entre ser peão num pais onde há aplicação efectiva de legislação anti-poluição e num país onde não ligam a isso é notória.

Não sei se Lisboa costumava cheirar tão mal quanto Buenos Aires cheira agora, mas que agora cheira melhor, isso é certo.

São Paulo também não é uma flor que se cheire… mas a presença do alcool na mistura carburante dá um toque distinto (Será que é possível saber se estamos no Brasil pelo cheiro de escape dos carros?)

O Brasil cumpriu uma longa caminhada desde que se propôs introduzir o alcool na “dieta” automóvel… ms hoje já só dependem em 25% do petróleo exterior. Para um país como o Brasil é uma grande dependência, mas comparando com Portugal, acho que nos estamso a esquecer de tomar atitudes neste campo.

Um escritor confessando que, num

Um escritor confessando que, num dia negro de sua vida e de seu país, teve de queimar os seus livros…

Havia soldadesca nas bibliotecas fazendo ‘limpezas’ e polícia nas ruas revistando a casa de intlectuais (e incriminando-os pelo que encontravam).

A única grande diferença entre este acontecimento e o de Berlim, foi que neste caso a grande queima oficial ocorreu na parada de um regimento de polícia, em vez de na praça pública.

Dizia o escritor que, como muitos outros nessa noite, fez a sua queima particular, cheio de medo e de uma imensa vergonha e os olhos banhados em lágrimas. Poderia tê-los deixado no apartamento quando partisse para o exílio no dia seguinte, mas preferia queimá-los ele, com respeito… e, como muitos outros nessa noite, jurou vingar um dia a indignidade…

Hoje, este homem, na Argentina democratica, já criou mais de vinte bibliotecas.

Doce vingança!!!

Memória de Plenary Session II. da IFLA - Buenos Aires

The library in the life of a writer / La biblioteca en la vida de un escritor

MEMPO GIARDINELLI (Argentinian author and librarian

Pessoa que não lê pagará

Pessoa que não lê pagará esse erro toda a vida com falta de aspirações e falta de realizações…

Nação que não incentiva a leitura….

Código Da Vinci…

Parece que a família 85 chegou antes, em 2 de Janeiro de 2004 mais concretamente:

Por falar em heresiologia

Por falar em heresiologia fui ver se ainda estou recebendo feeds dos grupos de que fiz parte. Parecem estar bem vivos, sim senhor.

Depois de ver umas tantas coisas ainda sinto que quando sua santidade João Paulo II falecer sou capaz de ir a Roma vaiar o seu sucessor.

Antes costumava pensar em ir vaiar o sucessor de JP II apenas se fôsse excepcionalmente ortodoxo. Hoje tenho a certeza que teria do o vaiar, pois todos os não-ortodoxos ja passaram os limiares de eleitorabilidade ( incluindo o limiar da vida). A última vez que ouvi falar de Carlo Maria Martini, estava-se reformando e a caminho de Jerusalem

O que me dá arrepios. Sempre achei que se o Vaticano tem pergaminhos secretos este homem esteve em posição de os ler a todos! E muitas vezes actuou como se soubesse algo que poucos outros sabiam.

Código Da Vinci

Meu amigo cheese emprestou-me a sua cópia de Codigo DaVinci porque ele sabe que nos meus tempos de heresiólogo amador aprendi bastante sobre as heresias ante e peri niceia.

E quando falo de heresias, falo de todas as heresias, incluindo a heresia que se tornou ortodoxia. Ainda vou a meio e acho que está um bom livro de acção. Quanto à qualidade das teorias até agora não nenhum aspecto ante-niceia que não conhecesse ou que esteja patentemente erróneo em relação ao meu conhecimento.

Acho no entanto que o sucesso deste livro devia ser bem analisado. É mais leve que “anno dominni”, mas não muito…

Does SP2 cause bovine lesbianism?

Saiu no register.

O meu interesse advém de estar comprador de um portátil capaz de se manter ao serviço durante as longas viagems de Lisboa ao Porto-Vila do Conde-Póvoa do Varzim.

E quando digo “longas” estou a falar de pelo menos 3 horas nos pendulares mais umas tantas nos transportes públicos entre a Póvoa e Campanhã. Portanto uma coisa com baterias para 6 horas, e todos, ou quase todas, as mariquices correntes: wifi, bt, firewire, etc…

Claro que tenho um computador portátil, mas neste momento está já obsoleto, com uma autonomia inferir a 90 minutos em baterias já bastante estafadas de tanta recarga. Um destes dias perdeu-me a placa de som e ainda não consegui recuperá-la. Como é um portátil completamente fechado, pergunto-me aonde se encondeu a capacidade de fazer som? Vaporizou e esfumou pelo teclado, ou derreteu e escorreu pela grelha de arrefecimento?

Portanto tenho de comprar um novo portátil. Mas estas coisas todas que ouço sobre o Windows XP, que vou ter de aturar se compro agora, fazem-me recear muitas dores de cabeça. Não que eu ligue muito ao Windows XP, mas tenho de o fazer conviver com uma partição de Linux. Será que é sequer possível?

Ando tambem a namorar uma nova PAD! A que tenho sofre de “early adoption” e já não lhe consigo arranjar nenhum periférico que a ponha com alguma utilidade. Ando a namorar uma ASUS MyPAL 716 que tem uns apetrechos muito engraçados de geo-posicionamento. Mas como também ando a namorar um Sony-Ericsson P900 ou este novo P910i, não estou ainda bem decidido.

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